Gracy Andrade Ribeiro

Gracy Andrade


A Gracy é nossa prima pelo lado dos Oliveiras, a familia de Alexandrina Rosa. Ela descende de uma das irmãs de Alexandrina (a Umbelina) e seu ramo migrou para o Pará. Foi graças a Sara Maybury que conseguimos resgata-la e com ela parte de nossa história. Ela escreveu este artigo especialmente para o nosso blog. Então, com a palavra nossa prima Gracy:


 "Um dia alguém falou  que nós morremos duas vezes: a primeira, fisicamente, a segunda, quando os parentes, amigos e pessoas que conhecemos, deixam de lembrar de nós. É justamente essa segunda morte que queremos evitar em honra à memória daqueles a quem devemos a nossa vida e, em grande parte, o que somos."

Ao longo de minha pesquisa sobre os Rodrigues Pereira, meus ascendentes paternos, tive grandes alegrias que compensaram amplamente os meus esforços. Uma das mais significativas foi o dia em que recebi o primeiro contato da prima Sara Maybury indagando-me sobre a possibilidade de sermos primas. Parecia incrível o que a internet propiciava: o encontro de duas pessoas descendentes de ancestrais comuns que, embora morando em continentes diferentes e após cerca de dois séculos, iniciavam um processo de resgate de histórias e laços em comum.  Foi ainda Sara que me aproximou do primo Gustavo Gibson, outra grande alegria que vem sendo cultivada desde então.

A minha trisavó - Umbelina Joaquina de Oliveira - era irmã das trisavós de Sara (Maria Adelaide) e Gustavo (Alexandrina). Os pais delas eram José Antonio de Oliveira, português, comerciante radicado em Pernambuco, e Maria da Conceição d´Araújo, pernambucana. Ao que se saiba, o casal teve doze filhos. A Umbelina casou com José Rodrigues Pereira, comerciante radicado em Recife. Esse consórcio deu origem à família de meu pai e à tradição, que se mantém até hoje, de atribuir o nome José ao filho primogênito do primogênito. O filho único do casal chamou-se, portanto, José Rodrigues Pereira Júnior.

Pesquisando um pouco mais, descobri que o sogro da Umbelina, Rodrigo Miguel Pereira, 2º. Tenente da Artilharia de Milícias, tinha participado de um episódio da história de Pernambuco que culminou com a assinatura da Convenção de Beberibe.

Da ata, subscrita em 30.08.1821, por militares e civis, constam os nomes, entre outros, de José Antonio de Oliveira (pai da Umbelina, da Maria Adelaide e da Alexandrina), Francisco Antonio de Oliveira (Barão de Beberibe), Rodrigo Miguel Pereira (pai do José R. Pereira) e Alexandre José de Araújo Junior (tio-avô materno da Umbelina e irmãos. O pai de Alexandre havia sido sargento-mor da Vila de Recife, segundo informação do Galdino Duprat).

Eu havia me deparado com um significativo momento para todos ali reunidos e com um dos possíveis vínculos que haviam aproximado as famílias “Oliveira”, “Araujo” e “Rodrigues Pereira”.

Esse era um vínculo político, mas havia outros: a raiz portuguesa, a vida militar, a atividade comercial, enfim, eram pessoas que, em sua maioria, não pertenciam à tradicional “nobreza da terra”, que, muito pelo contrário, estavam batalhando arduamente por um lugar ao sol pernambucano.

Tantos vínculos acabaram por aproximar os ancestrais comuns a todos nós, José Antonio de Maria da Conceição, que, pouco antes daqueles acontecimentos, em 06.07.1821,  haviam se casado em Recife.

Dessas aproximações familiares participou, também, Rodrigo Miguel Pereira, ligação que seria estreitada, anos mais tarde, com o casamento de seu filho José Rodrigues Pereira com Umbelina Joaquina de Oliveira.

Todos eles, com efeito, haviam tomado parte, com sintonia de interesses, no mencionado episódio político ocorrido, em Pernambuco, no início do século XIX.

Esse acontecimento deve ser entendido dentro do processo de Independência do Brasil.

Aqui, portanto, abro um parêntese para contar uma rápida história que, para não prejudicar o veio principal de meu relato, anexo ao presente texto.(*)
A partir do filho do casal José e Umbelina- José Rodrigues Pereira Júnior - nascido em Recife, em 1843, a família viria a tomar novos rumos em direção ao Norte. O filho do comerciante, bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Recife, iniciava a ambicionada carreira jurídica, por seu prestígio, em Belém do Pará.

As razões para esse deslocamento, desconheço. Atribuo a possíveis vínculos de amizade surgidos com contemporâneos da Faculdade de Direito radicados em Belém, como por exemplo, Samuel McDowell.

Em Belém, José  Junior exerceu a magistratura na Comarca da Capital por vários anos e atuou, ainda, como Procurador Fiscal da Thesouraria da Fazenda do Pará.

José casou-se, em Belém, com Izabel Leitão da Cunha, filha do Barão de Mamoré, Ambrósio Leitão da Cunha e Maria José da Gama e Silva Leitão da Cunha.

No período de junho/1879 a abril/1880, José Junior assumiu o governo da Província, vinculado ao Partido Liberal e, em especial, ao Ministro da Fazenda, o Conselheiro João Luiz Cansansão de Sinimbu. Nesse período, nasceu mais um filho do casal, em Belém, perfazendo um total de seis: José Maria (1873), Maurício (1875), Ambrosina (1878), Edmundo (1879), Elia (1882) e Valéria (Nair – 1883).

José Jr. faleceu em 1886, no Rio de Janeiro, para onde foi com a família em busca de tratamento médico mais avançado.

Meu avô, José Maria, era comerciante como seu avô já o fôra. Embora sua mãe e irmãos tivessem permanecido no Rio de Janeiro, foi em Belém, onde a família era mais conhecida, que ele decidiu morar e iniciar seu comércio abrindo uma loja que vendia lustres e material elétrico.

Não cheguei a conhecer meu avô, falecido em 1925, quando meu pai, o caçula dentre três filhos, tinha apenas dez anos de idade. Tio José, o primogênito, tinha 22 anos e a tia Elia, 18 anos. Eram todos jovens e a casa de comércio passou a ser administrada pelo irmão de minha avó, Manoel Santa Rosa Gonçalves da Rocha, o tio Rocha, até o encerramento dos negócios muitos anos mais tarde.

Conheci, no entanto, minha avó, Elizabeth Leopoldina Gonçalves da Rocha, que foi minha madrinha de batismo, falecida em 1968, no Rio de Janeiro.

Em minha infância, passei muitos dias em sua casa tipicamente portuguêsa, que ficava no sobrado da loja do meu avô, na principal rua do comércio de Belém. Eu era a única neta, entre quatro netos. Não havia outras crianças na casa, tia Lili, irmã solteira de minha avó, vivia ocupada e minha avó rezava muito. Foi principalmente tia Lili quem me contou várias histórias da família. Ainda assim, guardo boas recordações daqueles dias pachorrentos, em que me distraía lendo Seleções e imaginando mil figuras criadas pelas nuvens. No terceiro andar, morava a família de outro comerciante, cuja casa de comércio era vizinha à nossa.

Meu tio José e meu pai – Raul Rodrigues Pereira – cursaram engenharia na então recém-fundada Faculdade de Engenharia do Pará, onde, posteriormente, ambos foram professores.

Tanto tio José quanto tia Elia, constituiram família e, posteriormente, passaram a morar no Rio de Janeiro. Meu pai permaneceu em Belém, cidade que amava profundamente e a quem dedicou, muitas vezes gratuitamente, seus melhores esforços. Ele era professor de Astronomia de campo e Geodesia na UFPA e engenheiro de um órgão federal (SNAPP, posteriomente cindida em CDP e ENASA. Na CDP, foi, até morrer, diretor portuário).

Ainda jovem, apaixonou-se por uma bonita conterrânea – Cassilda - que viria a ser sua esposa e companheira até o final de sua vida. Tiveram dois filhos: Roberto, meu irmão mais velho, nascido em 1941 e eu, que cheguei sete anos e meio mais tarde.

Roberto tornou-se engenheiro, como meu pai. Casou-se com Hilma, uma prima distante por parte de minha mãe, nascida no Rio de Janeiro. Eles moraram alguns anos em Belém e depois decidiram se mudar para o Rio de Janeiro, cidade que oferecia melhor campo de trabalho. Tiveram três filhos: Roberto, Raul e Ricardo, que lhes deram seis netos.

Eu estudei Ciências Jurídicas e Socias em Belém, na UFPA. Em 1973, já formada, trabalhando no Banco da Amazônia, conheci, em Belém, Dagoberto dos Anjos de Andrade, um jovem oficial da Marinha Brasileira, que fazia sua viagem prêmio iniciando pelos portos brasileiros.  Seis meses depois, ele voluntariou-se para servir em Belém e em janeiro de 1974, casávamos na Catedral de Belém.

Após servir três anos na região, Dagoberto foi transferido para o Rio de Janeiro. Nessa cidade, cursou Engenharia Mecânica para poder ingressar na vida civil. Posteriormente, graduou-se em Engenharia Elétrica para ampliar seu campo de trabalho, em que permanece até hoje.

O Rio de Janeiro abriu-me várias portas que me permitiram desenvolver-me na advocacia pública. Aposentei-me no cargo de Procuradora do Estado. Decidi, então, cursar a Faculdade de História na Universidade Cândido Mendes. Foi uma experiência muito enriquecedora em todos os sentidos.

Tivemos um filho, Daniel, nascido em Belém, em 1975. Daniel tinha um ano e meio quando nos mudamos para o Rio de Janeiro, onde ele estudou e obteve a graduação em Engenharia de Computação na Universidade Pontifícia Católica-PUC.

Poucos anos depois, Daniel foi aprovado em processo seletivo para trabalhar como engenheiro da Microsoft, em Seattle. Em 2007, ele casou com Jessica Gurry, norte americana, com quem teve um filho, Alexander, nascido em 2009. Eles vivem atualmente em Raleigh, capital da Carolina do Norte.

Dagoberto e eu permanecemos residindo na cidade do Rio de Janeiro.
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(*) Procurei ater-me, o mais possível, à descrição sucinta dos fatos, sem entrar no mérito das questões aqui resumidas. Meu objetivo é mostrar um pouco do cenário político que permeava a vida dos brasileiros e de nossos ancestrais naquele distante Pernambuco, sem jamais pretender julgá-los.

Em 1821, encontrava-se governando a Província de Pernambuco o general português Luiz do Rego Barreto, enviado ao Brasil para combater a Revolução Pernambucana de 1817 que, em suma, objetivava, dentro do ideário iluminista, a independência e a instalação de um governo republicano naquela Província.

Os revoltosos haviam sido duramente reprimidos, sendo as principais lideranças enforcadas. Como muitos dos prisioneiros eram integrantes da elite pernambucana - proprietários de terra e grandes comerciantes - o impacto da repressão e o sequestro dos bens dos envolvidos despertaram grande revolta entre os pernambucanos.

Em maio de 1821, os rebeldes que haviam sido presos puderam retornar a Pernambuco,pelo fato de terem tido suas sentenças anuladas por decisão judicial, sob a influência do constitucionalismo das Cortes. Com isso, recuperaram seus direiros civis e políticos. A maioria preferiu se fixar na vila de Goiana, lugar estratégico, localizado próximo à fronteira da Paraíba, já que Recife e Olinda estavam controladas pelo Governador.

Para eles, o governador deveria ser afastado do poder, como resultado do movimento constitucionalista que eclodira na cidade do Porto. O gen. Luis do Rego era visto por seus opositores como militar repressor, estreitamente vinculado ao poder absolutista que D. João VI representava.

Esse movimento constitucionalista, que estourara no Porto no ano anterior, exigia o retorno a Portugal do Rei D. Joaõ VI, que se encontrava no Brasil desde 1808.

As Cortes portuguesas objetivaram retirar a quase  totalidade do poder do monarca e vincular a elas, diretamente, as províncias brasileiras. Portugal voltou a ser a sede da monarquia. Para lá foram transferidas as principais repartições instaladas no Brasil.

Com a administração alfandegária e o comando militar das províncias passando à esfera de Lisboa, ocorreu em certo esvaziamento do poder do governo do príncipe regente na Província do Rio de Janeiro.

Somente as províncias do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais continuaram submetidas a D. Pedro.

As Cortes exigiam, ainda, a volta do regente a Portugal. Tais acontecimentos acabaram por conduzir à decisão de D. Pedro no sentido de permanecer no Brasil, sacramentada no dia 09 de janeiro de 1822.

Nessa época, de acordo com a historiografia, havia comerciantes e plantadores da elite pernambucana tanto entre os  favoráveis à união das províncias sob a liderança do Príncipe Regente, como entre os que pugnavam pela autonomia provincial. Muitas vezes essas duas categorias encontravam-se associadas através de interesses comerciais ou laços familiares.

Os liberais pernambucanos (ou o chamado “partido dos brasileiros”) inclinavam-se em favor da revolução “vintista” das Cortes portuguesas, sendo hostis ao Principe Regente e à permanência do Governador Luis Barreto no comando da administração provincial.

Os integrantes do “partido dos portugueses”, por sua vez, apoiavam a monarquia e a vinculação com o Rio de Janeiro e pugnavam pela permanência do Governador no cargo. 

Para eles, as mudanças constitucionais deveriam ser submetidas à vontade do Rei.

A chegada da notícia da ocorrência da Revolução do Porto, dois meses depois de sua eclosão, provocou o acirramento entre brasileiros e portugueses.
De início, Luis do Rego aguardou a definição de D. João VI para uma tomada de posição em Pernambuco. Ocorre que o Rei só veio a jurar a futura constituição em fevereiro de 1821. 
Com a implantação, em maio de 1821, na Vila de Goiana, de outro centro de poder constituído pelos ex-presos políticos,  outras mudanças viriam a ocorrer na província,  levando o governador a várias tentativas de solução política para a questão.
Havendo confirmado o juramento de D. João VI à futura constituição portuguesa, o governador decidiu criar um Conselho Consultivo para administrar a Província até que a refoma constitucional fosse estabelecida.
Foi organizada, ainda, a eleição de deputados pernambucanos às Cortes Constituintes da Nação Portuguesa, o que viria a ocorrer logo após, em junho. Dentre os deputados, encontravam-se dois oriundos do grupo chegado da Bahia.

A existência de pressões políticas, de conspirações de oficiais, de funcionários, de complôs de opositores, faziam com que o clima ficasse cada vez mais tenso na Província. O ápice deu-se com o atentado sofrido pelo governador em julho de 1821. Muitas prisões foram efetuadas e dezenas de pessoas deportadas para Lisboa e Fernando de Noronha. 

Após esse atentado, em  30 de agosto do mesmo ano, Luis do Rego convocou a Câmara de Recife para a escolha de “qualquer forma de governo político que julgasse acomodado às circunstâncias e necessidades atuais.”

A princípio, ficou decidido que Luis do Rego deveria continuar governando a província.  Foram, ainda, ratificados os poderes do chefe do governo  “que lhe foram legitimamente conferidos, dar todas as providências necessárias, não só para extinguir o motim começado em Goyanna, mas para tudo o mais que tendesse a manter a segurança pública.”

Como isso não era conveniente ao governador, que temia o aumento das divergências entre os partidos “português” e “brasileiro”, um representante foi enviado à Assembléia para informar que Luis do Rego não pretendia ficar singularmente no governo. A Assembléia, então, deliberou pela permanência do governador, juntamente com o anterior  Conselho Governativo, com modificação de alguns membros que dele participavam inicialmente.  

Consta, ainda, da ata, que esse era o “voto geral da Oficialidade da Tropa de Linha e Milícias desta Praça”.

Essa é a ata em que aparecem os nomes de nossos antepassados.

Em 01 de setembro de 1821, a “Junta de Goiana” enviou um ultimatum ao Governador, ameaçando tomar Recife caso ele não entregasse o cargo.

Algumas refregas ocorreram entre as forças das duas juntas que disputavam o poder. Propostas de acordo foram apresentadas pelo Governador à Junta de Goiana, mas foram todas rejeitadas, uma vez que permanecia a exigência da saída dele, da convocação de eleições em liberdade e da ampliação do colégio eleitoral.

Ocorre que, em 21 de setembro de 1821, D. João VI assinou um decreto estabelecendo que as províncias brasileiras passariam a ser governadas por juntas governativas provisórias cujos membros seriam eleitos por eleitores de paróquia da própria província.

As autoridades disporiam de um prazo de dois meses, contados do dia em que tivessem tomado ciência do decreto, para implementarem as mudanças. O cargo de Governador foi extinto. O comando das tropas caberia a um oficial nomeado pelas Cortes portuguesas.

Diante disso, as partes decidiram dialogar, chegando a um acordo, no dia 05 de outubro de 1821, que ficou conhecido como Convenção de Beberibe. Ambas as Juntas permaneceriam governando os territórios sob seus domínios, até que novas eleições tivessem lugar de acordo com as futuras instruções da Corte regulando a questão.
Pouco depois, Luis do Rego retornou a Portugal, juntamente com inúmeros oficiais e funcionários públicos portugueses, e uma nova Junta de Governo foi instalada, tendo à frente Gervásio Pires, o comerciante pernambucano que havia intermediado a negociação entre o Governador e a Junta de Goiana.

Em setembro de 1822, nova Junta de Governo foi formada, mas essa já se dispunha em alinhamento com o núcleo de poder do Rio de Janeiro.

Com efeito, no Brasil havia um movimento de convocação de uma Constituinte, projeto que obteve a anuência de D. Pedro. Isso reforçou a idéia de levar o país ao completo rompimento dos laços com Portugal. Nesse sentido, algumas medidas começaram a ser tomadas.

Os acontecimentos posteriores, especialmente a revogação, por Lisboa, dos decretos do príncipe e a exigência, uma vez mais, de seu retorno a Portugal, vieram a precipitar a declaração de independência proferida por D. Pedro em 7 de setembro de 1822, às margens do Ipiranga.

Ficaram vencidos, portanto, os movimentos que pregavam a continuidade da união entre Brasil e Portugal e daqueles que pugnavam por autonomia  provincial.

Em 20 de outubro do mesmo ano, D. Pedro I criou os Conselhos de Governo Provinciais que viriam a substituir as Juntas anteriormente existentes.

 As eleições para uma Assembléia Constituinte se deram conforme o previsto dentro do processo de consolidação da independência.       
                          
Todavia, não demoraria muito para que as disputas entre as correntes liberais e conservadoras, que apoiavam o imperador em suas aspirações para um Executivo forte, levassem Dom Pedro à dissolução da Assembléia Constituinte,  novembro de 1822. A Constituição viria ser promulgada em 25 de março de 1824.

Bibliografia:
- Carvalho, Marcus J.M. de, Cavalcantis e cavalgados: a  formação das alianças políticas em Pernambuco, 1817-1824.São Paulo, Rev. Bras. Hist., vol.18, n. 36, 1998
      (Disponível em: www.scielo.br/scielo)
-  Mello, Evaldo Cabral, A outra independência - O federalismo  pernambucano de 1817 a 1824.São Paulo: Ed. 34, 2004.
-  Barbosa, Maria do Socorro Ferraz, Liberais constitucionalistas entre dois centros de poder: Rio de Janeiro e Lisboa.
     (www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/v12n24a06.pdf)   

-   Fausto, Boris, História do Brasil: São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 2006

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